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Boa tarde, pessoas queridas!
As amigas Kika e Alê me ofereceram o selinho:
"Blog muito bom sim Senhora",
e devo repassá-lo para outras amigas.
Quem recebe este selinho tem que seguir estas regrinhas :
1- Devemos atribuir aos blogs que gostamos e os quais visitamos regularmente e postamos comentários!
2- Ao receber o selo "é um blog bom sim senhora!!" devemos escrever um post incluindo: o nome de quem nos deu o prêmio com o respectivo link de acesso + a tag do prêmio + a indicação de outros 7 blogs.
Com muito carinho indico as minhas amiguinhas:
* Brisa
* Nil
Participem da brincadeira e divirtam-se!
Postado por: Cris Gonçalves às 15h01
Amor Maduro
O amor maduro não é menor
Não carece de demonstrações: presenteia com a verdade do sentimento. Não precisa de presenças exigidas: amplia-se com as ausências significantes.
O amor maduro somente aceita viver os problemas da felicidade. Problemas da felicidade são formas trabalhosas de construir o bem e o prazer.
Problemas da infelicidade não interessam ao amor maduro.
O amor maduro cresce na verdade e se esconde a cada auto-ilusão. Basta-se com o todo do pouco. Não precisa nem quer nada do muito.
Está relacionado com a vida e a sua incompletude, por isso é pleno em cada ninharia por ele transformada em paraíso. É feito de compreensão, música e mistério. É a forma sublime de ser adulto e a forma adulta de ser sublime e criança. O amor maduro não disputa, não cobra, pouco pergunta, menos quer saber.
Teme, sim. Porém, não faz do temor, argumento. Basta-se com a própria existência. Alimenta-se do instante presente valorizado e importante porque redentor de todos os equívocos do passado.
O amor maduro é a regeneração de cada erro. Ele é filho da capacidade de crer e continuar, é o sentimento que se manteve mais forte depois de todas as ameaças, guerras ou inundações existenciais com epidemias de ciúme.
O amor maduro é a valorização do melhor do outro e a relação com a parte salva de cada pessoa. Ele vive do que não morreu mesmo tendo ficado para depois.
Vive do que fermentou criando dimensões novas para sentimentos antigos, jardins abandonados cheios de sementes. Ele não pede, tem. Não reivindica, consegue. Não persegue, recebe.
Não exige, dá. Não pergunta, adivinha. Existe, para fazer feliz. Só teme o que cansa, machuca ou desgasta.
(Artur da Távola)
Beijinhos carinhosos à todos e muito obrigada pelo carinho..
Postado por: Cris Gonçalves às 14h35